Psicologia e Envelhecimento

Por todo o mundo o número de pessoas com mais de 60 anos encontra-se a crescer a um ritmo mais acelerado do que em qualquer outra faixa etária, chegando a representar 14.3% da população nos países desenvolvidos (World Health Organization, 2011). De acordo com as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), a população idosa deverá constituir 30 a 40% dos efetivos, entre 2025 e 2050 (World Health Organization, 1999).

O envelhecimento acarreta inúmeras alterações físicas e psicológicas na vida do idoso, designadamente lentificação psicomotora, alterações do estado cognitivo, alterações sociofamiliares, emocionais, de saúde e da funcionalidade global. Assim, e com o avançar da idade, há uma maior probabilidade das pessoas vivenciarem um conjunto de desafios, que conduzem muitas vezes a estados psicopatológicos.

Neste sentido, a intervenção psicológica nas pessoas idosas é extremamente importante, pois contribui para a promoção de bem-estar e qualidade de vida; prevenção de perturbações de foro neurológico e psiquiátrico; prevenção do abuso e da negligência; diminuição da doença e da incapacidade e ainda redução da exclusão social.

De uma maneira geral, o processo de intervenção psicológica no idoso é inevitavelmente centrado nas alterações próprias do envelhecimento, contudo respeita técnicas e metodologias de intervenção psicológica aplicáveis a qualquer indivíduo, de qualquer faixa etária.

A saúde mental também deve ser monitorizada, fique atento aos sinais de alerta e procure ajuda caso lhe faça sentido.

Um psicólogo pode ajudar.